Presidente do Fluminense critica arbitragem contra o Flamengo e cita erros decisivos
Mattheus Montenegro reprova atuação do árbitro e do VAR em clássico marcado por polêmicas no Maracanã.
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, expressou forte insatisfação com a arbitragem na derrota por 1 a 0 para o Flamengo, em clássico disputado no Maracanã, neste domingo (11). As reclamações referem-se principalmente à não expulsão do volante Pulgar no primeiro tempo e a pênaltis que, segundo o dirigente, deveriam ter sido assinalados para o Fluminense na segunda etapa.
Para Mattheus, a arbitragem foi “um lixo” e “uma merda”. Ele destacou que o cartão amarelo dado a Pulgar, após entrada dura no joelho do atacante Castillo, era insuficiente, defendendo que o jogador deveria ter sido expulso. O presidente questionou o posicionamento do VAR, que não revisou a jogada, apesar da marca da chuteira deixada no joelho do atleta do Fluminense.
“Eu pergunto: cadê o VAR? Estava dormindo? Qualquer pessoa que está vendo o jogo viu que era para expulsão”, declarou Mattheus Montenegro. Além do lance com Pulgar, ele afirmou que houve dois pênaltis não marcados para o Fluminense, envolvendo o zagueiro Léo Ortiz e o jogador Savarino.
Nota oficial do Fluminense
Em comunicado divulgado logo após as críticas do presidente, o Fluminense lamentou os erros de arbitragem que, segundo o clube, mancharam o maior clássico do Brasil. O texto menciona o lance violento de Pulgar e a omissão do árbitro Rafael Klein e do VAR Daniel Nobre Bins, que não aplicaram o cartão vermelho previsto nas regras. O clube também ressaltou a ignorância de um possível pênalti cometido por Alex Sandro sobre Savarino no segundo tempo.
“A tolerância com esse tipo de conduta é um incentivo à deslealdade e uma ameaça a quem está em campo”, afirmou o Fluminense na nota, destacando que a correta aplicação das regras é essencial para preservar a integridade dos jogadores e a lisura da partida.
Mattheus Montenegro encerrou sua declaração demonstrando insatisfação com a arbitragem, sinalizando que não responderia a perguntas subsequentes sobre o assunto.