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Torcedora do Fluminense é ferida por bomba jogada no Maracanã durante semifinal da Libertadores

Uma torcedora do Fluminense foi atingida por um artefato explosivo lançado por outro torcedor no Maracanã durante o jogo contra o Palmeiras pela semifinal da Libertadores.

Brasileirão: Fluminense x Santos - amanhã, 16h, na Globo
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Um momento que era para ser uma celebração familiar no Maracanã terminou em susto e preocupação para Wilma, uma torcedora do Fluminense de 63 anos, que foi ferida por uma bomba lançada por outro torcedor do mesmo time durante a semifinal da Conmebol Libertadores contra o Palmeiras. O incidente aconteceu na arquibancada do setor sul pouco antes do fim do primeiro tempo, enquanto a partida ainda estava empatada em 0 a 0.

Detalhes do incidente e pronto atendimento

Segundo a filha de Wilma, Juliana, a bomba passou muito perto do marido da torcedora, Jonias, atingindo a perna da mãe. Além do ferimento, o barulho forte do artefato provocou desorientação e tontura no pai da família. Imediatamente, eles receberam ajuda dos torcedores próximos para chegar até um socorrista localizado na saída do setor sul, onde foram atendidos. Após os primeiros cuidados médicos, o casal decidiu deixar o estádio antes do término da partida.

Consequências físicas e emocionais

Wilma ficou com um hematoma e dores intensas na perna, enquanto seu marido enfrenta o impacto emocional do episódio, especialmente porque já evitava frequentar o Maracanã por medo de violência e havia retornado ao estádio somente neste ano. A aposentada expressou revolta pelo fato de, apesar das revistas e do reconhecimento facial na entrada, artefatos perigosos terem sido levados para dentro do estádio, destacando o risco que poderia ter atingido crianças presentes no local.

Medidas e postura da família

Juliana cogita a possibilidade de tomar providências legais contra a Conmebol e a administração do Maracanã por permitir a entrada de pessoas portando bombas e manifestou preocupação com a segurança para retornar ao estádio. Ela também apontou a incoerência de um torcedor lançar uma bomba contra sua própria torcida, pedindo uma resposta das autoridades esportivas e da comunidade para evitar que situações parecidas ocorram novamente. Apesar do incidente, a família mantém o amor pelo Fluminense, mas exige medidas para impedir que outras famílias passem por experiências semelhantes.

Tags: FluminenseLibertadoresMaracanãviolência em estádios

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